November 22, 2009

homenagem

foi a homenagem mais emocionante que já vi fazerem. todos cantando e uma energia inexplicável emanando.
foi lindo. queria que o Dani pudesse ter visto. tomara que de alguma forma ele saiba que fez diferença pra muitas pessoas. essa música parece que foi feita pra ele, que foi o ser mais parecido com Jesus Cristo que já conheci. não quero canonizá-lo, nem falar que ele era perfeito, por que o Sapo, The Ice, DPádua, dp, imaginante, cocrante tinha muitos defeitos como todos nós, mas não era hipócrita. sei que Deus o tem agora assim como ele O tem. 

"Senhor, fazei-me um instrumento de Vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
E onde houver trevas, que eu leve a luz.
Onde há dúvida, que eu leve a fé.
Onde há ódio, que eu leve o amor.
Onde há ofensa, que eu leve o perdão.
Onde há discórdia, que eu leve a união.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Senhor, fazei de mim um instrumento de Vossa paz.
Ó mestre, que eu não busque tanto
Ser consolado, mas consolar.
Ser compreendido, mas compreender.
Ser amado, mas amar.
Porque é dando que se recebe.
É esquecendo que se encontra.
E é perdoando que se encontra o perdão.
E é morrendo que se ressuscita para a Vida Eterna.
Senhor, fazei de mim um instrumento de Vossa paz."

honrarias

conheci em 2001 um rapaz chamado Daniel Pádua. ele era muito talentoso. namoramos por três anos. foram de altos e baixos. num dos nossos términos (acho que no final de 2003), ele foi pra Sampa. e de lá foi pra Brasília e de lá foi pro céu. aprendi muito com ele. mudei meus pontos de vista. comecei a enxergar o mundo de uma forma bem mais simples e divertida. ele era inexperiente demais e eu cheia de responsabilidades demais. mas não adianta tentar achar motivos pro fato de não termos continuado juntos como homem e mulher, por que hoje tenho certeza de que o papel dele na minha vida era o de mudar meu rumo e isso foi feito. continuamos amigos sempre. ele continuou a me ajudar na tarefa difícil de guiar os passos de uma criança (minha filha tinha 1 ano quando nos conhecemos). ele foi grande demais e generoso o suficiente pra compartilhar suas percepções e concepções com o mundo. criou muita coisa interessante pra aprimorar a comunicação entre os seres humanos e o fez gratuitamente. a ele devo muito e pagarei. seja cuidando dos seus familiares ou disseminando, pra todas as vidas que eu tiver oportunidade de tocar, o que ele percebeu antes.

você está pra sempre dentro de mim e da nossa pequena Lets.

November 04, 2009

more 21 things

o que realmente está aqui? há a falta de alguém que nem sei quem é, que forma tem, que gosto tem. que deveria ter um gosto bom, uma pele macia, uma boca de encaixe perfeito, mãos bonitas, voz de fazer voar, peito aberto, pernas ligeiras, pés de brincar, alma de um ancião, espírito de criança, honestidade de um cão, sorriso fácil, cangote cheiroso, fácil de ler, intelectualidade à flor da pele, paixão à flor da pele, simplicidade na sofisticação, alma livre, corpo livre, disposição pra paternidade imediata, disponibilidade pra brincar de montanha-russa com meu coração.

reflexões

amanheci preguiçosa e livre. mãe, filha e mulher, necessariamente nesta ordem. cheiros, sabores, olhares, informações e música. há sempre música. mesmo no silêncio aparente. me sentindo mais eu e menos sua. há dias venho refletindo sobre meus caminhos passados e também sobre o que se apresenta diante dos meus pés. e eles estão se firmando de forma nítida e percebo uma liberdade estranha em mim. sou dona dos meus “sims” e “nãos” e posso provar o que eu quiser. posso até não provar nada, não falar nada e apenas sair caminhando. hoje estou amplamente sozinha e incrivelmente bem.

“caminha, que o mundo é grande.”

October 24, 2009

Elvis se foi...

não tão hollywoodianamente quanto eu imaginava, mas me mantive lá o tempo todo. não sei se ele sofreu. espero que não tenha havido mais sofrimento. ele era um jovem forte e espirituoso. já escolhi as lembranças que quero guardar, como a 1ª vez que o vi e ele passou a noite dormindo do meu lado da cama... correndo pra os fundos da casa girando o rabo na frente do farol do carro... deitado ao lado do pai no computador... pulando na cama... com as orelhas em pé na janela da cozinha... deitado na porta de entrada com a cabeça em cima do mármore da soleira... seguindo qualquer um que fosse ou voltasse da casa da sogra... enchendo a casa de pelos... levantando os olhos com preguiça... enfiando o focinho debaixo do meu braço... tomara que aceitem cachorros no céu... vou me comportar pra gente se encontrar de novo!!!

obrigada, bebezão, por ter feito parte da minha vida e me perdoa por eu não ter sido mais pra você.

In This Heart


In this heart lies for you
A lark born only for you
Who says only to you
My love
My love
My love
I'm waiting for you
For only to adore you
My heart is for you
My love
My love
My love
This is my grief for you
For only the loss of you
The hurting of you
My love
My love
My love
There are rays on the weather
Soon these tears will have cried
All loneliness have died
My love
My love
My love
I will have you with me
In my arms only
For you are only
My love
My love
My love

October 20, 2009

é dia de feira

segunda-feira: acordar às 5h40 e colocar a cria pra se arrumar pra ir à escola. levantar 6h15 e se arrumar pra sair às 6h40. ligar o rádio na CBN pra digerir informações facilmente, deixar Jessie na escola e bater um papo com Debbie ou apenas deixá-la dormir até chegar ao trampo. ver a praça da liberdade de relance e estacionar. às vezes me deliciar com um pão de queijo crocante dos rapazes do café da esquina. log in e senha. rdi’s, ltd’s, et’s, traduções, publicações e soluções. manga com kiwi, carne e massa no almoço. começar a refazer a apresentação sobre reengenharia. voltar ao trabalho. de repente são 17h30. recomeçar o trabalho de escola. parar pra enviar documentos pra um fornecedor. terminar a apresentação às 18h35 (e ficou fina!). dirigir até a escola com chuva e motoristas apavorados e música. estacionar e cumprimentar o “colega” do estacionamento que não sei o nome. pegar livros na biblioteca e entrar na sala às 19h27. deixar pra copiar a matéria de direito depois. confabular sobre a apresentação com as outras integrantes do grupo 10 minutos antes do início da mesma. respirar, respirar, respirar... tentando controlar o nervosismo. boca seca, respiração ofegante. dessa vez atropelei menos as informações. evolução. 22h40: final da aula e nenhum sinal. pronta pra dormir às 23h36. recarregando as baterias ao lado da cria outra vez. assim tem sido a MINHA vida.

como perder um homem

1. o apóie quando ele mais precisar (isso inclui quando ele não tiver mais ninguém além de você).
2. apóie seus pés numa rocha e demonstre que você é capaz de se virar sozinha.
3. mostre o quanto ele é especial pra você, faça com que ele enxergue o tanto que é capaz e ajude-o inclusive nas coisas mais simples.
4. mostre que você sabe bem o que quer.

se depois disso tudo ele ainda quiser continuar contigo, parabéns!!! normalmente eles não valorizam mulheres assim*.

* afirmação baseada em experiências próprias e alheias.

October 19, 2009

como perder uma mulher


1. não a apóie quando ela mais precisar (isso inclui quando ela engravidar de você).
2. apóie seus pés nas nuvens e não demonstre capacidade de se cuidar sozinho.
3. deposite nela toda sua frustração, puxe-a para baixo e deixe que ela resolva tudo.
4. seja inseguro.

se depois disso tudo ela ainda quiser continuar contigo, dê o fora!!! uma mulher que não se ama não poderia ser uma boa companheira.

October 13, 2009

goodbye to romance, mr. ozzy?

estava ontem a escrever o post antes deste com várias coisas passando no coração e na cabeça. e eis que uma calmaria sem explicação me toma. será que seria o efeito de escrever? que seja...

sei que, talvez por essa calma, passei algumas horas extremamente agradáveis conversando com sinceridade, viajando no futuro e contando causos do cotidiano. senti muitas coisas legais e distintas, como carinho e ciúme, desilusão e amor. como é possível sentir tantas coisas em um espaço tão curto de tempo? não sei como, mas sei que é possível. e, confesso, tenho gostado disso, por que acabo me conhecendo melhor.

não tenho a pretensão de viver muitos momentos como este, mas pretendo cultivar o companheirismo para merecê-los.

October 12, 2009

missing

hoje senti falta do Elvis, do cheiro da grama cortada, da cria batendo a porta, do café de D. Maria, da calma de um final de domingo, de cochilar no carro de manhã, de ouvir novas músicas, da simplicidade que uma vida a dois pode ter. nostalgia. sei que nada volta e, pra ser sincera, não quero voltar. só senti saudade e resolvi registrar aqui. é só.

e agora, josé?

nessas situações me pergunto: até quando suportarei isso?
agora penso em outra pergunta para me fazer: vale à pena?
e ainda outra: por que não simplesmente ir embora?
essa última me faz lembrar de que nunca tive dificuldade pra ir embora. era só decidir, dar as costas e sair. sem delongas. a gente sofria, mas sobrevivia. não seria diferente desta vez. eu continuaria no meu mundo cheia de obrigações e deveres e compensações e tudo voltaria ao normal nos outros mundos.
acho que teria menos emoções do que estou tendo ultimamente, mas ficaria tudo bem.

sempre fica.

October 11, 2009

that's the way he is

doce com pimenta. bronquinha e estimulante. cuidadoso e sem noção. surpreendente e previsível. masculino e sensível. sábio e ignorante. muitos num só. todos me atraem. todos muito me atraem.

qual o sabor das pessoas?

um dia durante uma conversa me perguntaram se eu conseguia identificar o gosto das pessoas. é engraçado pensar que alguém possa ter gosto, mas pensando bem, facilmente posso idetificar o gosto de várias pessoas com as quais convivo. tem aquelas que nos menores e nos mais simples comentários conseguem transmitir acidez junto com as palavras, elas normalmente se sentem incomodadas com a felicidade alheia, com o sucesso dos outros mesmo que isso não interfira em nada na vida deles. são acidos por natureza e conseguem corroer tudo ao redor deles, as relações, os sentimentos. o extremo desse tipo de gente é quando o ácido começa a corroê-los por dentro. e isso acontece com freqüência! exitem também aqueles que de tão amargos deixam até o jiló com ciúmes. esses são um tipo, assim como o primeiro, que devemos evitar ao máximo, principalmente quando estamos motivados. não raro essas pessoas passaram por momentos difíceis como todos nós, mas deixaram que isso marcasse a vida mais do que deveria. os ferimentos desses nunca se sicatrizam, são feridas sempre abertas a jorrar sangue nos que estão próximos. seus comentários têm a capacidade de murchar até o mais vistoso dos jardins. essas pessoas encaram as possibilidades como fracassos eminentes, elas desistem antes mesmo de tentar e ainda tentam desencorajar os que ao seu lado estão de o fazer. existem também os insipidos, não tem gosto e pouco acrescentam na mistura de sabores que vivemos. por esse mesmo fator, nem tenho muito a comentar sobre elas, são o significado figurativo da palavra: sem atrativos, sem espírito, sem interesse, sem graça. por ultimo existem aquelas que são tão doces que trazem sabor e, junto com o sabor, um aroma todo especial para as nossas vidas. mesmo nas piores situações elas conseguem enxergar saídas e, não raro, pontos positivos nas adiversidades. são essas pessoas que tornam a nossa vida mais amena, que nos dão motivos mil para não desistirmos. elas nos incentivam quando necessário, nos pendem prudência diante das possibilidades de insucesso, mas nunca nos impedem de sonhar. e vc, que gosto tem?

October 03, 2009

casualidades

terminando uma prova de matemática ontem, um velho amigo ligou me chamando pra sair com uma turma. o convite inesperado acabou mudando meus planos de ir pra casa tomar banho, comer e deitar pensando em coisas que não queria pensar. acabei dançando ritmos divertidos e respirando outros ares da cidade. voltei pra casa a 60km/h cantando pra ver se alguém ouvia, exorcizando pensamentos que podiam me entristecer. na verdade, não deixei se sentir uma certa "tristesse", mas foi bem mais leve do que poderia ser.

"I'd still miss you baby and I don't wanna miss a thing"

veja bem, meu bem

veja bem, meu bem, sinto te informar que arranjei alguém pra me confortar. este alguém está quando você sai e eu só posso crer, pois sem ter você nestes braços tais. veja bem, amor. onde está você? somos no papel, mas não no viver. viajar sem mim, me deixar assim. tive que arranjar alguém pra passar os dias ruins. enquanto isso, navegando vou sem paz. sem ter um porto, quase morto, sem um cais. e eu nunca vou te esquecer, amor, mas a solidão deixa o coração neste leva e traz. veja bem além destes fatos vis. saiba, traições são bem mais sutis. se eu te troquei não foi por maldade. amor, veja bem, arranjei alguém chamado "saudade".

September 27, 2009

confusões

desde ontem estou me sentindo meio confusa. acho que é tpm. ela sempre muda o ângulo do mundo e me deixa assim. e pensando bem, comi muito chocolate semana passada e estou com um fogo fora de hora... juntando as pistas posso afirmar que é a tal da tpm meeeeesmo. ainda bem que passa!

September 23, 2009

strange things

tenho a estranha sensação de que morrerei cedo. e de que será de uma doença sem cura. e que não farei disso o meu fim.

portas

como passagens para outros universos, as portas existem. elas estão por todos os lados. mostrando chuvas e sóis, melodias e lamentos, o lado A e o lado B, o certo e o incerto, intensidades diferentes de felicidade, a música, a feiúra, o encanto, o que não se enquadra no padrão de beleza, a disritmia, o compasso, o ato e a fotografia, nuvens, perfumes, cortinas, fogo, penumbra e alegrias. todos os mundos merecem ser conhecidos. apresento-lhes meu mundo anarquista caótico por esta porta chamada Internet. se quiser conhecer minhas cores, encontre a outra porta.

September 21, 2009

p.s.:

sinto o mesmo.

estranha serenidade

sinto-me serena, mas com uma pitada de inquietude. como se alguém tivesse me garantido de que a atitude foi acertada e eu confiasse nisso, mesmo sabendo que o final pode não ser o que meu coração deseja. e o coração deseja finais de semana de tardes divertidas, noites de amor (e música e palavras e conclusões) e amanheceres de pés entrelaçados com muitas obrigações suaves a me esperar. a razão só deseja que o coração não sofra. e ela fala imponente pro coração "chega!" e ele responde enigmaticamente que tudo vale à pena. hoje não desejo uma bola de cristal. não desejo estar em outro lugar senão onde estou, comendo pastel de peperoni com queijo, tomando suco de goiaba e escrevendo este post no meu caderno.

fortaleza independente é a puta que pariu!

ouvi sexta na escolinha que sou forte, por que o único indício de que minha vida está um caos, para os que não me conhecem, foi a perda de seis quilos em quatro meses. ouvi também, de outra fonte, que minha independência intimida. percebi que demonstrar força e independência cria a ilusão de que posso suportar tudo (e posso mesmo). espero nunca perder a capacidade de rápida superação. mas não misturem capacidade de recuperar com facilidade de esquecer. essas duas qualidades que possuo não andam tão mais juntas como antes. até bem pouco tempo atrás eu realmente superava e esquecia ao mesmo tempo, mas senti que essas duas não andam se entendendo muito bem ultimamente. será que será sempre assim daqui pra frente até a hora da minha morte, amém? espero que não... superar e esquecer faz muito mais bem ao coração do que só superar. não me arrependo de ser assim e, pensando mais a respeito, não me lembro de quando comecei a ser assim. talvez tenha sido depois da maternidade, talvez tenha sido aos treze. talvez tenha sido sempre assim. lembro de dar de ombros quando me chamavam de “quatro olhos” na escola e lembro de não me incomodar em ser a mais feinha dos filhos. lembro de não achar ruim de compartilhar meus brinquedos com minha irmã quando ela acabava com os dela antes de mim. lembro de ser pacífica na infância. lembro de ter queimado gravemente o peito com café e não ter choramingado. não me importava de ser a mais gente boa da turma, mesmo que isso significasse ser a mais feia. lembro de não brigar com meus irmãos. lembro de ter ido morar longe dos meus pais aos 18 e só chorar quando falava com minha mãe. lembro que me apaixonei e não fiquei com raiva depois que o vi com a menina mais esquisita da sala. lembro de ter deixado de ser virgem com um cara que não quis me namorar e de esquecê-lo sem mágoas depois disso. lembro de ter me sentido forte quando pai da minha filha terminou comigo durante a gravidez. lembro de ter me sentido capaz quando decidi separar há cinco meses, mesmo com dois filhos e sem nenhuma casa. definitivamente não me arrependo mesmo de ser assim. prefiro ser uma fortaleza independente em busca da felicidade bruta a ser aquela pessoa acomodada e infeliz... e pensando melhor a respeito, vejo a mesma coisa em minha filha e em meu pai. será que é genético? :s

playlist

for me: “hoje eu tô sozinha. tudo parece maior, mas é melhor ficar sozinha, que é pra não ficar pior.” ~ Ana Carolina (hoje eu tô sozinha). for you: “so i'm colouring my face while i am here with you, imagining the landscape of your sorrow. is it yellow or blue? colouring the sky, and the threes and the clouds, and the moonlight. i'd coloured your heart if you didn't I did… and i wish you could just find home.” ~ Yael Naim (lonely). for us: “there’s no escape for the broken-hearted, there’s no return once you’ve lost your way. i say a pray now your love’s departed that you'll come back to stay and bring the perfect day” ~ Roxette (perfect day).

homenagem

hoje é aniversário da minha Jacquinha. ela é dessas que, antes de te apresentarem, te aconselham a não cutucá-la com vara curta. ela é daquelas companheiras leais. ela é uma dessas pessoas altruístas raríssimas que existem por aí. ela é do tipo determinada. ela é dessas que não manda recado. ela é o tipo de ser humano que é bom ter por perto pra se aconselhar. dedicaria “ela é bamba” da Ana Carolina pra ela:“Ela é bala / A mestiça é todo gás / Cada braço é uma viga do país / Abre o olho com ela meu rapaz / Ela é quase tudo que se diz / Quando compra uma briga / Ela é demais / Vai no groove / E não deixa desandar / Ela é pop, ela é rap / Ela é blues e jazz / E no samba é primeira linha”. desejo apenas que sua essência nunca mude. love you, Jacqueline França.

iniciação

ontem dediquei meia hora antes de dormir pra explicar sobre impostos, política e políticos para minha pequena notável de apenas 9 anos. ela demonstrou que entendeu do assunto fazendo comentários indignados e comparou, engraçadamente, desvio de dinheiro público à compras de muitas bonecas Polly ao invés de utilizar o dinheiro solicitado pra compra de material escolar. fiquei até orgulhosa! :D

September 15, 2009

why do I love you?

por que amamos? seria pelas afinidades e pela falta delas? seria pela inteligência e pela idiotice juntas? seria pelo sexo e pela amizade? seria pelo companheirismo e pela individualidade? seria pelo quê mais mesmo?

September 10, 2009

just a phase

and i guess it's just a phase and i don't know where i'm going.... será que não?

September 05, 2009

ah, lembrei!

queria também falar sobre mentiras... o que eu deveria falar pra uma pessoa que sempre me teve como mentirosa depois de descobrir algumas de suas mentiras? será que devo contar o que agora sei? será que fazê-la saber vai me ajudar de alguma forma? ou será que devo apenas sorrir quando souber que esta pessoa disse novamente isso de mim? acho que vou ficar com esta última opção. :)

calma, alma minha, calminha...

tenho muito que aprender. síndrome postural ortostática taquicárdica.
é esse o nome do treco que tá dando em mim pela terceira vez na vida. primeiro o emagrecimento sem explicação, depois as taquicardias em qualquer momento, a falta de ar e, às vezes, um desmaio. me explicaram que o cérebro te desmaia pra você deitar e o coração conseguir bombear sangue pro corpo todo. auto-defesa. adoro isso. e gosto também da forma que meu coração e razão agem quando preciso me defender. nem tanto fria, nem tanto colérica. sintonizando o equilíbrio. mudando as trilhas sonoras, os filmes, as companhias, a cama, o discurso e as reações. não tenho medo de água fria, de cara feia ou de lobo mau. não tenho medo do escuro, de filmes de terror ou de ficar sozinha. só não vou atrás de nada disso (às vezes até fujo!). no final de cada fase me torno mais forte e menos fatalista. ou seja, ganho até quando perco. nem parece tão ruim assim, parece?

dear mr. president

quando você decidiu dedicar seus esforços pra liderar uma nação, você tinha noção da responsabilidade que teria? você acredita que os recursos que arrecada são suficientes pra melhorar a vida de milhões de brasileiros? você realmente acha que educação e saúde são importantes? e quanto aos aposentados? você acha que eles tem o suficiente pra viverem dignamente? o que você acha que pode ser feito de verdade pra impedir a violência infantil? se diminuirem a carga horária de trabalho, vamos utilizar o tempo livre pra comprar ou pra beber? não é possível diminuir os gastos do governo? você conhece algum político que não tenha se corrompido por dinheiro? se eu te perguntasse tudo isso, você responderia honestamente?
você não é melhor que ninguém... nem pior. só gostaria que fosse honesto.
Deus salve o Brasil!